DOS POEMAS COMO FRUTOS (4)

 

FRUTA VERMELHA INCÊNDIO DE SENSAÇÕES

BOCA MADURA ASSEMELHADA A UMA VIVENTE

POLPA DE CARNE TENRA BRANCA MORDIDA

NA PELE DE CADA FRISSON.

ERA UM TEMPO EM QUE ADIVINHAVA

AS INTIMIDADES PELAS TELAS

DO CONCÂVO E DO CONVEXO

E VIA A BOCA BATOM VERMELHO

ESFUZIANTE INCÊNDIO

NA SOLEIRA DA PORTA.

TUDO ERA FRUTO TENRO

BOCA VERMELHA

INCÊNDIOS

CARNE BRANCA

POLPA DA VIDA

QUE NUNCA

NOS POUPA

DE NADA.

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